Nos últimos tempos aprendi muito sobre mudança. Pra alguém metódico e adepto da fiel rotina, mudanças sempre são meio complicadas. Ok, ok, aprendi que são essenciais pra se seguir em frente, pra não ficar parado no mesmo lugar enquanto tudo a sua volta se move e progride. Mas que são difíceis são sim!
Penso que talvez uma das coisas mais difíceis sobre a mudança é que você pode e deve ter controle sobre as suas mudanças, mas não pode o mesmo com as mudanças das outras pessoas e do mundo ao seu redor.
Outro dia estava conversando com um amigo e o disse: "Coisas acontecem, situações mudam, pessoas vão embora, quer seja pela morte quer seja por alguma outra coisa da vida, não importa, um dia elas vão." Talvez tenha sido um pouco extremista e pessimista com essa conversa mas é a verdade.
Em outra conversa com um outro amigo blogueiro, ele me contou sobre uma teoria que uma de suas leitoras comentou no blog dele. Segundo a leitora, nossa vida é composta de ciclos. Você começa vivendo uma situação, sob certas circustâncias e vai vivendo até que nada parece mais te pertencer então é hora de um novo ciclo, um novo começo, é hora de mudanças, novas situações, sob novas circunstâncias.
Tenho pensado muito nisso ultimamente, não que eu queira regredir a respeito de tudo que aprendi sobre mudança, mas é complicado, me pergunto se um dia me acostumarei.
Só um pedaço de um desabafo sobre mudanças.
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O Caso: "Mudanças"
quinta-feira, 16 de junho de 2011
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Levi Ventura
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09:21
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Rumo ao Desconhecido
terça-feira, 14 de junho de 2011
Curva a curva, passo a passo, avanço meu caminho rumo ao desconhecido. Sinto um friozinho na barriga, um pouco de medo e nervoso, afinal estamos nos referindo ao tão temido "desconhecido".
Ao passo que prossigo no caminho vejo luzes piscando e refletindo direto em meu rosto. Vejo também lugares lindamente iluminados, confesso que nessas horas minha vontade era de apenas parar nesses lugares e admirá-los mas sei que tenho de seguir em frente.
Muitas pessoas se juntam a mim no caminho, mas na mesma proporção que se juntam, muitos vão saindo dele pelos atalhos e outras estradas que acabam encontrando.
A viagem não é fácil, muitas vezes penso em desistir.
Após mais algumas curvas, cheguei ao meu destino. Vi que tudo era muito mais simples do que eu pensava. Um local claro, muito claro. Há um longo corredor com diversas portas. Não sei o que tem por trás delas, mas cheguei até aqui e desistir não é opção. Escolho uma das portas, respiro fundo, viro a maçaneta. Uma nova história se inicia.
Ao passo que prossigo no caminho vejo luzes piscando e refletindo direto em meu rosto. Vejo também lugares lindamente iluminados, confesso que nessas horas minha vontade era de apenas parar nesses lugares e admirá-los mas sei que tenho de seguir em frente.
Muitas pessoas se juntam a mim no caminho, mas na mesma proporção que se juntam, muitos vão saindo dele pelos atalhos e outras estradas que acabam encontrando.
A viagem não é fácil, muitas vezes penso em desistir.
Após mais algumas curvas, cheguei ao meu destino. Vi que tudo era muito mais simples do que eu pensava. Um local claro, muito claro. Há um longo corredor com diversas portas. Não sei o que tem por trás delas, mas cheguei até aqui e desistir não é opção. Escolho uma das portas, respiro fundo, viro a maçaneta. Uma nova história se inicia.
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Como você encara as coisas
quarta-feira, 8 de junho de 2011
"Sempre digo aos sem-tetos: "O que está achando de ser sem-teto?". Não se sujeite a ser sem-teto. Querem saber, Ohio? Não é fácil sair da zona de conforto. As pessoas vão acabar com você. Vão dizer que nem devia ter tentado. Mas escutem isso. Não há muita diferença entre um estádio cheio de fãs e um bando de gente te xingando! Ambos estão apenas fazendo barulho. Como encarar isso é com você. Convença-se que estão torcendo por você. Se fizer isso, um dia, eles irão.
É assim
que Sue vê as coisas."
P.S.1.: Sim, sim. O texto não é meu, é uma fala de uma personagem de sério (Sue Sylvester).
P.S.2.: Eu sei, eu sei. É uma citação de Glee, que talvez se eu postasse isso no Tumblr faria mais sucesso, mas vai dizer que a mensagem não tem um fundo de razão.
P.S.3.: Acho que é a primeira coisa que eu posto que não é de minha autoria, mas tou dizendo já de quem é.
P.S.4.: Deixa eu parar com meus p.s.s que eu já estou muito ranzinza
É assim
que Sue vê as coisas."
P.S.1.: Sim, sim. O texto não é meu, é uma fala de uma personagem de sério (Sue Sylvester).
P.S.2.: Eu sei, eu sei. É uma citação de Glee, que talvez se eu postasse isso no Tumblr faria mais sucesso, mas vai dizer que a mensagem não tem um fundo de razão.
P.S.3.: Acho que é a primeira coisa que eu posto que não é de minha autoria, mas tou dizendo já de quem é.
P.S.4.: Deixa eu parar com meus p.s.s que eu já estou muito ranzinza
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Propaganda Enganosa da Realidade
terça-feira, 31 de maio de 2011
Amor, quem o pode descrever, desvendar e entender?!
Particularmente acho um sentimento impossível de ser descrito perfeitamente ou entendido.
Independente disso, o que mais vemos por ai(e você que está lendo tem de admitir) são propagandas enganosas sobre o amor. Todos os dias somos bombardeados com textos, músicas e filmes que vendem o amor como algo bom todo o tempo, algo que no fim sempre acaba tudo bem sem nenhuma falha. Mas nem sempre isso é verdade. Acredito no amor acima de tudo o quanto ele pode fazer uma pessoa feliz, mas acredito também que ele pode em algumas ocasiões não tão raras fazer alguém sofrer.
O que eu talvez esteja querendo dizer e tenho usado o amor como bode expiatório é que a todo momento, em todo lugar, vemos propagandas enganosas da realidade, querem que acreditemos e aceitemos situações muito improváveis de se acontecer. E quando não conseguimos um amor, uma conquista ou a realidade que nos vendem e que nos fazem acreditar, ficamos desapontados e deprimidos.
Mas será que conseguimos diante de tudo isso ficar 100% do tempo com os dois pés fixos na realidade?
P.S.1.: Pra quem me conhece(ou não) e se pergunta o motivo desse texto(ou não), não é nada demais na verdade, a idéia surgiu a partir de um dos filmes mais pés no chão que já vi e que se aproxima muito da realidade e verdade sobre os sentimentos.
Particularmente acho um sentimento impossível de ser descrito perfeitamente ou entendido.
Independente disso, o que mais vemos por ai(e você que está lendo tem de admitir) são propagandas enganosas sobre o amor. Todos os dias somos bombardeados com textos, músicas e filmes que vendem o amor como algo bom todo o tempo, algo que no fim sempre acaba tudo bem sem nenhuma falha. Mas nem sempre isso é verdade. Acredito no amor acima de tudo o quanto ele pode fazer uma pessoa feliz, mas acredito também que ele pode em algumas ocasiões não tão raras fazer alguém sofrer.
O que eu talvez esteja querendo dizer e tenho usado o amor como bode expiatório é que a todo momento, em todo lugar, vemos propagandas enganosas da realidade, querem que acreditemos e aceitemos situações muito improváveis de se acontecer. E quando não conseguimos um amor, uma conquista ou a realidade que nos vendem e que nos fazem acreditar, ficamos desapontados e deprimidos.
Mas será que conseguimos diante de tudo isso ficar 100% do tempo com os dois pés fixos na realidade?
P.S.1.: Pra quem me conhece(ou não) e se pergunta o motivo desse texto(ou não), não é nada demais na verdade, a idéia surgiu a partir de um dos filmes mais pés no chão que já vi e que se aproxima muito da realidade e verdade sobre os sentimentos.
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08:07
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1 mês
terça-feira, 24 de maio de 2011
Começo esse post de retorno relembrando uma propaganda que passava há um tempo atrás muito interessante falando sobre a forma em que as pessoas em diferentes situações encaram o tempo, você provavelmente já deve ter visto. Partindo desse princípio da diferença em se encarar o tempo, pergunto: Pra você, quanto vale 1 mês?
Eu digo que meus últimos 30 dias foram sem igual, não acompanhei a morte do Osama, muito menos a do Lacraia, não estive presente na pane do Blogger, aliás eu nem estive presente no mundo blogueiro.
Isso e muito mais aconteceu nesse mês, mas pra mim nada disso foi importante diante do que aconteceu comigo. Comecei finalmente a aprender a falar, a ser eu mesmo, a ter voz própria, comecei a ver que tenho mais força do que penso e a enxergar cada acontecimento como uma nova experiência e um novo aprendizado. Não virei o super maduro, continuo praticamente o mesmo, mas de alguma forma diferente.
Então eu repito a pergunta: Pra você quanto vale 1 mês? Porque pra mim 1 mês fez toda a diferença!
P.S.1.: Só pedir desculpa aos amigos, parceiros e afins pelo sumiço e em breve estarei visitando e comentando novamente seu blog.
Eu digo que meus últimos 30 dias foram sem igual, não acompanhei a morte do Osama, muito menos a do Lacraia, não estive presente na pane do Blogger, aliás eu nem estive presente no mundo blogueiro.
Isso e muito mais aconteceu nesse mês, mas pra mim nada disso foi importante diante do que aconteceu comigo. Comecei finalmente a aprender a falar, a ser eu mesmo, a ter voz própria, comecei a ver que tenho mais força do que penso e a enxergar cada acontecimento como uma nova experiência e um novo aprendizado. Não virei o super maduro, continuo praticamente o mesmo, mas de alguma forma diferente.
Então eu repito a pergunta: Pra você quanto vale 1 mês? Porque pra mim 1 mês fez toda a diferença!
P.S.1.: Só pedir desculpa aos amigos, parceiros e afins pelo sumiço e em breve estarei visitando e comentando novamente seu blog.
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A Estrada
quarta-feira, 27 de abril de 2011
"Sem sofrimento não há mudança"
Ele só conseguia viver de uma forma: à base se rotina. Todo dia era o mesmo processo, acordava na mesma hora, se arrumava seguindo o mesmo esquema, trabalhava no mesmo ritmo, até nos seus momentos de lazer ele nunca fazia nada diferente de seu leque de opções.
Tudo isso se devia ao fato de ele odiar mudanças. O estressava ver as coisas fora da ordem de sempre, uma freqüente seqüência mudada, coisas que são de um jeito e então já não são mais. Ele simplesmente não gostava de sacrificar seus hábitos, costumes e visões por causa de mudanças. E sua vida continuava na mais pura e completa mesmice.
Em certa noite, noite que foi convencido por amigos a fazer um programa diferente, ele teve um sonho.Ele se viu em uma estrada, por ele passava aos poucos seus conhecidos. A cada passo que seus conhecidos e amigos davam, podia ser visto suas derrotas e vitórias e continuavam em frente, um passo após o outro. Ele por sua vez tentou andar na mesma direção que seus amigos mas não conseguiu, então se viu preso por cordas. Ao prestar atenção onde elas levavam, viu que estava preso a horários, regras, seqüências, tudo que regia e fazia parte de sua rotina. Olhou novamente pra frente e viu seus amigos cada vez mais distantes, se debateu tentando soltar as cordas e caiu no chão. Lá, estendido no meio daquela estrada, viu acima de si uma placa: "Sem sofrimento não há mudança".
Acordou com a forma de pensar renovada. Reconheceu que precisava fazer sacrifícios para que ocorressem as mudanças e sua vida pudesse também seguir em frente.
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Levi Ventura
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08:19
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Na Direção do Vento
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Ele procurava um rumo em sua vida, mas não imaginava que seria tão difícil como estava sendo. Talvez não tão difícil como poderia ser, mas ele simplesmente parou diante de uma importante decisão, ficou imóvel deixando-se levar pela direção que o vento soprasse, mas sem nunca fincar seus pés em algum lugar.
No fundo mesmo ele só queria que qualquer que fosse o rumo que a vida dele tomasse não interferisse nos seus princípios. Porém ele apenas via o tempo passar ao seu redor, mas não conseguia criar forças para acompanhá-lo.
Deixando oportunidades passarem ao seu lado, ele era julgado.
Desistência? Preguiça? Sacrifício?
Ele via toda a sua situação como um investimento.
Após um bom tempo sendo levado pelo vento, deixou de alimentar sonhos, não estabeleceu uma meta real pra sua vida. Enfim, sem esperanças, deixou de investir em si mesmo.
No fundo mesmo ele só queria que qualquer que fosse o rumo que a vida dele tomasse não interferisse nos seus princípios. Porém ele apenas via o tempo passar ao seu redor, mas não conseguia criar forças para acompanhá-lo.
Deixando oportunidades passarem ao seu lado, ele era julgado.
Desistência? Preguiça? Sacrifício?
Ele via toda a sua situação como um investimento.
Após um bom tempo sendo levado pelo vento, deixou de alimentar sonhos, não estabeleceu uma meta real pra sua vida. Enfim, sem esperanças, deixou de investir em si mesmo.
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18:01
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Mudo e Invisível
sábado, 1 de janeiro de 2011
Caminho entre as pessoas e ninguém olha pra mim. É como se eu fosse invisível. Acho que não posso culpá-las pois fiz questão de me manter distante, de ser um nada. Mas agora vi aonde essa atitude me levou: me tornei invisível, fiquei mudo.
Ao passo que via a posição em que eu tinha me colocado, o desespero ia tomando conta de mim. Eu queria ser visto, queria que me escutassem.
Gritei, mas foi em vão.
P.S.1: Sei que o texto não está tão bom, mas acho q dá pro gasto (mentira, tou mais inseguro que outra coisa com esse texto).
P.S.2.: Sei que o texto parece estar sem final, mas foi de propósito.
Ao passo que via a posição em que eu tinha me colocado, o desespero ia tomando conta de mim. Eu queria ser visto, queria que me escutassem.
Gritei, mas foi em vão.
P.S.1: Sei que o texto não está tão bom, mas acho q dá pro gasto (mentira, tou mais inseguro que outra coisa com esse texto).
P.S.2.: Sei que o texto parece estar sem final, mas foi de propósito.
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18 anos
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Engraçado que quando estamos com 14-16 anos ficamos doidos para fazer logo 18 anos e acabar logo os estudos, tenho que dizer que o mesmo se aplicou a mim.
Mas pra que queremos tanto isso?
A maioria dos que já passaram por essa idade talvez vão concordar comigo que não é nada daquilo que imaginávamos. Ao invés de liberdade vem responsabilidade, no lugar de toda a diversão vem a cobrança. Mas isso é algo que só nos damos conta quando chegamos nessa idade.
O dilema já começa quando se encerra o ensino médio! Antes, a gente sabia que só tinha uma obrigação básica todos os anos que era a de estudar. Mas o ensino médio acabou, e ai? O que fazer de nossa vida? A decisão é difícil.
Éramos felizes e não sabíamos!
Enfim, são só pedaços do meu dilema agora que completei meus 18 anos.
P.S.1.: Foi-me perguntado o porquê de eu não ter dado sequência lá no Du Ventu, mas a questão é que eu ia sempre ficar comparando a situação atual do blog com o que ele já foi um dia.
P.S.2.: Faz um tempinho que não postava no Du Ventu então perdi um pouco do ritmo e da manha de se ter um blog, por isso peço um pouco de paciência comigo nessa fase inicial.
Mas pra que queremos tanto isso?
A maioria dos que já passaram por essa idade talvez vão concordar comigo que não é nada daquilo que imaginávamos. Ao invés de liberdade vem responsabilidade, no lugar de toda a diversão vem a cobrança. Mas isso é algo que só nos damos conta quando chegamos nessa idade.
O dilema já começa quando se encerra o ensino médio! Antes, a gente sabia que só tinha uma obrigação básica todos os anos que era a de estudar. Mas o ensino médio acabou, e ai? O que fazer de nossa vida? A decisão é difícil.
Éramos felizes e não sabíamos!
Enfim, são só pedaços do meu dilema agora que completei meus 18 anos.
P.S.1.: Foi-me perguntado o porquê de eu não ter dado sequência lá no Du Ventu, mas a questão é que eu ia sempre ficar comparando a situação atual do blog com o que ele já foi um dia.
P.S.2.: Faz um tempinho que não postava no Du Ventu então perdi um pouco do ritmo e da manha de se ter um blog, por isso peço um pouco de paciência comigo nessa fase inicial.
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